Projeto de iluminação e mármores naturais, juntos, garantem um efeito especial

Projeto de iluminação e mármores naturais, juntos, garantem um efeito especial

Os modelos cristalizados e o ônix são os mais indicados para ambientes internos, como paredes, bancadas e balcões.

Pedras e iluminação juntas dão vida aos ambientes

Pedras naturais e iluminação. Juntas, essas duas formam uma dupla e tanto para dar brilho a qualquer projeto. Charme sim, mas as referências vão além disso, graças à combinação. A pedra é composta por elementos únicos e a luz, por sua vez, se torna responsável por destacar o que as rochas possuem de melhor e colocá-las em evidência. Para a designer de interiores e artista plástica Analu Guimarães, as pedras em estado bruto, com bastante textura, não podem ficar mais belas senão com uma iluminação rasante uplight, ou seja, de cima para baixo, ou downlight, sobre paredes. “Vários tipos de mármores claros também aceitam luz inserida por trás da pedra. Isso gera um efeito deslumbrante”, destaca.

Entre as pedras mais valorizadas por meio da luz, de acordo com a diretora da marmoraria Baracho Pedras, Fátima Baracho, estão os mármores cristalizados e o ônix. Além disso, são mais indicados para ambientes internos, como paredes, bancadas e balcões. “Mas nada impede que sejam especificadas para a área externa ou de outra forma bem criativa, tornando o projeto mais moderno e arrojado”,opina Fátima.

Fonte: Diário De Canoas

26 DICAS PARA TURBINAR SUA COZINHA

O ambiente da casa que, há tempos, roubou a cena merece detalhes que o tornem especial e, ainda assim, prático. Por isso reunimos projetos com boas sacadas para amante de cozinha nenhum botar defeito.

cozinha; Hb Arquitetos; André Hauser e Aline Biaggi (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

1. André Hauser e Aline Biaggi, da HB Arquitetos, optaram por uma bancada colada na ilha central. A mesa serve de apoio para refeições rápidas e para quem assiste ao preparo dos pratos. Mesa e armários da Kitchens foram revestidos de laminado da Formica.

2. Outra boa solução é a prateleira suspensa. Encaixada na coifa e presa ao teto por cabos metálicos, ela suporta panelas e objetos de decoração.

cozinha; SAO Arquitetura (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

3. Para dar um toque industrial à cozinha, os arquitetos Simone Carneiro e Alexandre Skaff, da SAO Arquitetura, optaram por uma iluminação pontual, com spotsdirecionados para a bancada. Os modelos de ferro, pintados na cor chumbo, são da Reka.

Gabriel Valdivieso, lousa (Foto: Evelyn Müller / Editora Globo)

4. Como a cozinha deste apartamento é integrada ao living, o designer de interioresGabriel Valdivieso abriu mão dos azulejos e preferiu proteger as paredes somente com tinta acrílica. Ele ainda criou uma faixa na altura da bancada com a cor Cinza Urbano, da Suvinil.

5. Para deixar o ambiente mais divertido, Gabriel usou laminado verde da Formica no armário de MDF para transformá-lo em uma lousa. O modelo é assinado pelo designer e executado pela Modelar Móveis.

6. O armário embutido fica suspenso de forma que o piso de ladrilho hidráulico avança até a parede, dando a sensação de amplitude. A solução também facilita a limpeza do ambiente.

No projeto da arquiteta Rachel Nakata, a cozinha é integrada à sala. A adega, feita com tijolos cilíndricos de cerâmica, fica encostada na escada (Foto: Lufe Gomes/Casa e Jardim)

7. Os moradores desta casa de vila adoram o estilo dos lofts nova-iorquinos. A arquiteta Rachel Nakata resolveu explorar esse visual ao retirar o reboco da parede, deixando os tijolos à mostra. Para protegê-los de respingos de água e sujeiras do fogão, ela instalou uma placa de vidro rente à bancada.

cozinha; Gustavo Calazans (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

8. Nem sempre é preciso trocar tudo e recomeçar do zero para deixar o ambiente de cara nova. Basta mudar alguns detalhes, como fez o arquiteto Gustavo Calazans: em vez de colocar novos azulejos, ele optou por pintar os antigos com a tinta Anonymous (sw7046), da Sherwin-Williams.

9. Os armários também foram atualizados: para deixá-los mais modernos, as portas ganharam laminado na cor vinho da Formica.

10. No alto, outra solução esperta: uma prateleira de imbuia ajuda a organizar panelas e utensílios.

Fã de cores, a moradora deste apê topou na hora a sugestão das arquitetas Andrea Reis e Adriana Khalifeh de pintar a cozinha de rosa queimado. A cor determinou a escolha do piso e dos tons neutros nos armários da Favo e nas bancadas de Silestone Blanco No (Foto: Marcelo Magnani/Editora Globo)

11. Fã de cores, a moradora topou no ato a sugestão das arquitetas Andrea Reis e Adriana Khalifeh de pintar a cozinha de rosa queimado. A cor determinou a escolha da estampa do piso e das cores mais neutras nos armários da Favo e nas bancadas de Silestone Blanco Norte, da Pedra de Esquina.

12. Repare que elas criaram um nicho na parede para abrigar quadros e livros de receitas.

cozinha; Pablo Alvarenga; AMZ Arquitetos (Foto: Maíra Acayaba / Editora Globo)

13. Depois de derrubar a parede entre a cozinha e a sala de jantar, o arquiteto Pablo Alvarenga, sócio do escritório AMZ Arquitetos, projetou um armário que separa os ambientes. O inusitado fica por conta do material escolhido: o aço inox, que tem aparência moderna e é fácil de limpar.

14. Outro diferencial do armário, executado pela Oceânnica, são os nichos vazados, que deixam à mostra as louças e taças da moradora, facilitando o acesso às peças nos dois ambientes.

cozinha; Calu Fontes (Foto: Lufe Gomes/Editora Globo)

15. Os azulejos estampados da artista plástica Calu Fontes foram agrupados para formar um colorido frontão na cozinha da designer de interiores Lulis Azevedo, doEstudio DuPLa.

16. A bancada, de Corian branco, ganhou algumas barras de aço inox que servem de apoio para louças e ajudam a proteger a pedra de manchas por altas temperaturas.

cozinha; Simone Carneiro e Alexandre Skaff, SAO Arquitetura (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

17. Como os moradores queriam ter à mão temperos frescos, os arquitetos Simone Carneiro e Alexandre Skaff, da SAO Arquitetura, desenharam uma pequena prateleiralogo acima do frontão da bancada, também feita de Silestone, modelo Expo Gris Leather, para servir de apoio aos vasinhos.

cozinha; Gustavo Calazans (Foto: Edu Castello/Editora Globo)

18. Para dar unidade à parede que divide a sala e a cozinha, o arquiteto Gustavo Calazans criou uma bancada de concreto armado que serve de apoio para a TV, de um lado, e de bancada, do outro. O charme fica por conta do acabamento escolhido:azulejos da linha retrô, da Pavão Revestimentos. Mais comum em paredes, o revestimento é uma ótima escolha para o local, por ser fácil de limpar.

19. Feitos de MDF, os armários da Marcenaria Airlane têm acabamento amadeirado com impressão HD, que deixa os veios da madeira em alto-relevo

cozinha; Camila Salek; Vimer (Foto: Lufe Gomes/Editora Globo)

20. Ao pensar no projeto de sua cozinha, a empresária Camila Salek, sócio-diretora da Vimer, levou em conta a praticidade. Para agrupar e facilitar o uso dos temperos, Camila desenhou um painel com pequenas prateleiras ao lado do fogão. A parede da bancada ganhou frontão para evitar respingos. Tudo foi executado pela Navarro Marcenaria em MDF com laca vermelho-púrpura.

cozinha; Ney Lima (Foto: Victor Affaro/Editora Globo)

21. A marcenaria sob medida é sempre uma boa escolha para quem precisa de um móvel com características específicas. Para abrigar a coleção de canecas da moradora, o arquiteto Ney Lima projetou uma estante na parede lateral da cozinha. O móvel, executado pela Fiamoncini, tem nichos de diferentes tamanhos e também ajuda a organizar livros e objetos de decoração.

Triptyque; cozinha (Foto: Reprodução)

22. Para contrastar com os armários pretos da Formaplas, os arquitetos do escritórioTriptyque – Grégory Bousquet, Carolina Bueno, Guillaume Sibaud e Olivier Raffaelli– garimparam no Museu do Azulejo um modelo com padronagem delicada para revestir a ilha central e o frontão da bancada.

Marcel Steiner; cozinha (Foto: Lufe Gomes/Editora Globo)

23. Para deixar livre a bancada desta cozinha, o designer de interiores Marcel Steinerinstalou prateleiras metálicas, da Metal Stock. Além de servirem de escorredor de pratos, elas também guardam potes de mantimentos e utensílios presos por ganchos.

24. Em vez de usar pedras, Marcel preferiu executar a bancada de concreto.

Executado pela Marcenaria Lanzili, o armário tem portas com aberturas desencontradas, desenho de Thiago Passos. O arquiteto ainda criou a ilha central, realizada pelo Cemitério dos Azulejos. O piso é da Casa Franceza. Pendentes NUD Collection, da La Lampe (Foto: Lufe Gomes/Editora Globo)

25. Criada pelo arquiteto Thiago Passos, do escritório Ybypy, e executada pela Marcenaria Lanzili, a ilha central foge do lugar- comum: tem formato geométrico e acabamento de azulejos da Cemitério dos Azulejos.

26. Observe que, apesar de integrados, os espaços são delimitados pela mudança de pisos: o granilite, da Casa Franceza, cobre a área molhada da cozinha. Já os tacos de perobinha revestem a sala de jantar.

Fonte: Casa & Jardim

Lavabos

Por não ser área molhada como o banheiro, o ambiente permite uma variedade maior de revestimentos e a inclusão de objetos como quadros, fotografias, plantas… Inspire-se nestas ideias para criar um lavabo encantador.

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No apartamento do empresário André Almada, o lavabo foi forrado com tecido oriental. Nichos com prateleiras expõem velas, perfumes e o coelho Sem Vergonha, de resina polida, à venda na Coletivo Amor de MadreVictor Affaro/Editora Globo

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Os canos ficam expostos no lavabo da casa com estilo loft habitada pelo casal Viviana Ximenes e GG Mattar. O painel de madeira com espelho quebra um pouco o clima industrial
Lufe Gomes/ Editora Globo

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No lavabo, um baldinho de metal organiza os rolos de papel higiênico. O espelho embaixo da bancada amplia o ambiente. Quadro com foto feita pelo morador, o empresário Chico Paese
Lufe Gomes/ Editora Globo

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A torneira jorra água sobre uma grelha de aço corten, que integra a bancada do mesmo material, com desenho de Fabiana Avanzi
Victor Affaro/ Editora Globo

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Em vez de ser escondido, o lavabo ganhou adesivos comprados em Londres. Os cartazes lambe-lambe foram garimpados em gráficas pela arquiteta Bruna Riscali
Evelyn Müller/ Editora Globo

Confira outros exemplos aqui

Fonte: Casa & Jardim

REVESTIMENTOS PARA PISOS E PAREDES(3) – PEDRAS

Pedras são uma boa opção para pisos e paredes, tanto internos quanto externos. São duráveis, bonitas e de fácil manutenção.

Elas podem ser:

– Naturais –  Mais resistentes, podem revestir beiras de piscinas, fachadas e serem usadas em jardins, além de interiores. Elas podem ser ou não impermeabilizadas com resina. Este tratamento impede o crescimento de matérias orgânicas na pedra.

 Tratadas – Mais usadas nas áreas internas, banheiros e móveis, podem ter diversos tipos de tratamento, tornando-as: Polidas (que acaba com a rugosidade,mas aumenta a possibilidade de escorregadas – podendo ser mais ou menos lustradas para aumentar o brilho); Apicoadas(tornando-as antiderrapantes, com aspecto poroso e uniforme) ; Levigadas (desgastadas por abrasivos que a tornam ásperas ao toque,  semipolidas, servindo para área externa e interna);Flameadas ou Flamejadas (só para o granito com espessura acima de 2,5cm, tornando-o áspero, dá um aspecto rugoso e ondulado, é antiderrapante e usado em áreas externas ); Jateado (tratamento com jatos de areia, as pedras ficam opacas).

As pedras mais usadas no Brasil são:

Ardósia – Não use para calçamento externo: esquenta, é lisa e escorregadia quando molhada. Precisa de limpeza constante, mancha com facilidade. Evitar escovas e abrasivos. Selada com resina dura mais, mas fica mais lisa.

Granito – Alta resistência, para calçamento de espaços com tráfego intenso é usado em estado bruto. Pode ser polido, lustrado, apicoado, levigado e flameado, sendo assim apropriado para pisos e paredes internos e externos. Para limpar: Água e sabão neutro.

Miracema – Preço acessível, resiste a choques mecânicos e intempéries. Antiderrapante. Aplicada em estado bruto em áreas externas. Precisa de manutenção constante para não ficar encardida.

Arenito – Usada só no estado natural, bruto. Junto com o basalto e o mármore forma o Mosaico português. Pode ser usado em paredes. Assentamento demorado, manutenção fácil mas deve ser constante, com água e sabão.

(Passe o mouse para ver o nome da pedra. Clique para aumentar. Atenção que as pedras podem ter aspectos muito diferentes, dependendo do tipo e do tratamento realizado)

São Tomé, Mineira, Itacolomi e Quartzito – Rochas flexíveis, antiderrapantes, bastante absorventes. Não propagam calor, por isso ideias para beiras de piscina e área de lazer. Limpar com água e sabão. Para limpeza profunda contratar empresa especializada.

Mármore – Durável e resistente a impactos, mas se desgasta facilmente quando exposta à abrasão. Usado em pisos e paredes em ambientes internos com pouca circulação. Limpeza com água e sabão neutro.

Como instalar: Antes de assentar, certifique que a areia esteja lavada. Os rejuntes devem ser os indicados para pedras naturais. É preciso impermeabilizar a rocha (incluindo laterais). Assentando sobre contrapiso seco e nivelado, usar argamassas colantes ou feitas na obra com o mínimo de água. Após instalar, aguarde  que a argamassa e os rejuntes estejam secos para fazer a limpeza.

Como manter: Usar pano úmido e detergente neutro diluído. Depois de alguns anos a pedra poderá ter sinais de abrasão e trechos mais foscos, que poderão se tratados por pessoas capacitado. Se tiver perfurações ou ferrugem, restaure com resina e produtos específicos para manchas em pedras.

A Vantagem das pedras é sua alta durabilidade (sendo bem instaladas) e a desvantagem é que sendo piso frio, principalmente no inverno, a sensação térmica não é confortável.

Algumas dicas:

Em escadas internas use o acabamento polido e para maior segurança, coloque uma faixa apicoada. Nas externas o tratamento apicoado ou flameado é ideal. Bordas de piscinas podem usar pedras naturais, jateadas ou levigadas, que não são escorregadias tbém mas são mais lisas ao toque.

A umidade e a porosidade de pedras como arenito, quartzito, goiás, portuguesa ou miracemafazem com que o limo e o musgo se impregnem neles quando revestindo calçadas e muros.

Quanto menor a resistência mecânica da rocha, maior a espessura a ser utilizada.

Não utilize, lado a lado, materiais com desgastes muito diferentes.

Fonte: Simples Decoração